Torabit/Blog

Piadas e desejos de compra dividem as menções sobre a Black Friday

 

 

Alimentos e Bebidas, Telefonia e Livros foram as três categorias que lideraram as menções dos internautas nas redes sociais

 

Piadas e desejos de compras dividiram a maioria dos comentários sobre a Black Friday no Brasil entre 18 e 25 de outubro deste ano. No período, foram analisadas quase 400 mil menções (exatas 397.636) sobre o evento.

 

Mas as piadas formam a maioria no cenário analisado, com 45% de participação nas menções. Alguns exemplos, que somam também alguns ataques à língua portuguesa:

 

“Aproveita a Black Friday e compra noção q vc não tem”

“queria comprar vc na black friday mas acho q eles n vende o amor da minha vida”

“Black friday de soco pediu um leva dois”

 

O usuário expressou algum desejo de compra – ou a compra efetiva de algum produto/serviço – em 42% das menções.

 

A categoria Alimentos e Bebidas juntou pedidos de promoções de cerveja passando pelas promoções de Burger King e Mc Donald’s e até pedidos de promoções de rodízio de sushi. A rigor, a expressão litrão marcou muitos pontos:

 

“Me chamem para um bar com black friday de litrão”

“Eu queria um black friday de 3 litrão por 10”

“Black friday de litrão ninguém faz, né?”

 

Ajudaram no destaque as promoções do Mc Donald’s e do Burguer King. O primeiro dava batata em dobro, e o segundo prometia três lanches por R$ 15.

 

Em Telefonia, o desejo pelos celulares da Apple apareceu bastante. A marca foi a mais citada em conjunto com o termo Black Friday, embora não tenha participado do dia de promoções. Os usuários pediram nas redes pela participação da Apple no evento do Brasil, lembraram que a marca fez seu dia de descontos em outros países e também citaram promoções de produtos da maçã em sites que não o da própria marca.

 

O desejo pela compra de livros esteve em alta no evento. Na categoria Moda, a procura por promoções de camisas de time de futebol se destacou. Em Eletrodomésticos, a busca por cafeteiras chamou atenção.

 

Houve menções de todos estados sobre a data, mas os que mais falaram foram RJ (29%), SP (20%), MG (9%), RS e PR (5%).

 

As mulheres estiveram mais presentes nas menções, batendo 61% das citações – contra 39% de homens.

 

Dado a destacar foi a grande quantidade, 9% dos comentários analisados, de usuários que expuseram a falta de dinheiro para comprar algo no dia.

 

Outro destaque foi a quantidade de menções que ou registraram o termo “Black Fraude” ou alguma desconfiança sobre o evento: 4%.

 

A divisão por categorias e marcas citadas ficou assim:

 

 

Categorias
Alimentos e Bebidas 18%
Telefonia 18%
Livros 17%
Moda 16%
Eletrodomésticos 10%
Beleza e Saúde 6%
Viagens 5%
Games 5%
Eletrônicos 3%
Casa e decoração 1%

 

 

Marcas
Apple 33%
Lojas Americanas 15%
Burger King 11%
Amazon 6%
Mc Donald’s 5%
Natura 3%
Casas Bahia 3%
Extra 2%
Submarino 2%
Saraiva 2%
Samsung 2%
Latam 2%
Nike 2%
Magazine Luiza 1%
Azul 1%
Evino 1%
Renner 1%
Sephora 1%
Kabum 1%
Dell 1%
MaxMilhas 1%
Netshoes 1%
Sony 1%
Gol linhas aéreas 1%
Carrefour 1%

Torabit + BR18 nas eleições 2018

Na reta final da campanha, as redes sociais ganham ainda mais peso na eleição. Após o debate de domingo na Record, por exemplo, o Torabit, plataforma de monitoramento digital, apurou as perdas e ganhos de fãs pelos candidatos no Facebook.

Entre 22 horas e 00h15, Bolsonaro, que não foi ao debate, ganhou 8.412 fãs. Em segundo lugar aparece o Cabo Daciolo, com ganho de 2.564 fãs. O terceiro lugar ficou com Ciro Gomes (+1.638 fãs). Ele é seguido por Haddad (+1.063), Boulos (+807), Álvaro Dias (+279), Meirelles (+106), Alckmin (+74). Em último lugar aparece Marina Silva que nada ganhou, mas perdeu 370 fãs!

01.10.2018 | 11h08 – Do BR18

Bolsonaro protagoniza na rede

Alvo de críticas dos adversários no debate da Record realizado no domingo, 30, Jair Bolsonaro foi o nome mais citado dos presidenciáveis na rede durante o programa, segundo monitoramento digital feito pela Torabit para o BR18. O candidato recebeu alta do hospital no sábado, 29, e não compareceu ao encontro.
Curiosidade na rede por ‘fascismo’

O termo “fascismo” foi um dos mais buscados no Google Brasil no período do meio da tarde até a noite de domingo, 30, segundo monitoramento digital feito pela Torabit. O ápice foi às 17, chegando em segundo lugar no buscador. No final da noite, foi para sétimo.

No dia, partidários de Jair Bolsonaro foram às ruas à tarde em várias capitais do País defender o presidenciável, que, no sábado, foi alvo de protestos de mulheres em várias cidades brasileiras e do exterior. Também no domingo, a rede se mobilizou em função do debate com os candidatos à Presidência, realizado à noite pela Record.

01.10.2018 | 15h00

Redes gostam mais de Ciro

Jair Bolsonaro foi o candidato mais mencionado na rede durante o debate com presidenciáveis da Record, realizado no domingo, 30, mas foi Ciro Gomes quem recebeu mas menções mais positivas entre os presidenciáveis, segundo monitoramento digital da Torabit.

Já com relação ao índice de favorabilidade, calculado pela soma das menções neutras e positivas menos as menções negativas, Henrique Meirelles encabeça o páreo. O índice varia de -1 a 1, sendo -1 todas menções negativas e 1 todas as menções positivas:

Henrique Meirelles 0,73
Cabo Daciolo 0,71
Haddad 0,71
Ciro Gomes 0,70
Jair Bolsonaro 0,68
Alvaro Dias 0,66
Geraldo Alckmin 0,60
Guilherme Boulos 0,56
Marina Silva 0,53

01.10.2018 | 10h15

Quem ganhou, quem perdeu?

Na reta final da campanha, as redes sociais ganham ainda mais peso na eleição. Após o debate de domingo na Record, por exemplo, o Torabit, plataforma de monitoramento digital, apurou as perdas e ganhos de fãs pelos candidatos no Facebook.

Entre 22 horas e 00h15, Bolsonaro, que não foi ao debate, ganhou 8.412 fãs. Em segundo lugar aparece o Cabo Daciolo, com ganho de 2.564 fãs. O terceiro lugar ficou com Ciro Gomes (+1.638 fãs). Ele é seguido por Haddad (+1.063), Boulos (+807), Álvaro Dias (+279), Meirelles (+106), Alckmin (+74). Em último lugar aparece Marina Silva que nada ganhou, mas perdeu 370 fãs!

02.10.2018 | 17h40

Marina lidera onda negativa na rede

Marina Silva é a presidenciável mais mencionada por mulheres na rede, mas também é a que recebe o maior volume de menções negativas (25%) na rede, segundo levantamento da plataforma Torabit com 2 milhões de menções sobre eleições no ambiente digital feito entre 25 de setembro e 1 de outubro para o BR18.

Na sequência vêm Jair Bolsonaro, com 23%; Ciro Gomes, com 19,5%; Fernando Haddad, com 19%, e Geraldo Alckmin, com 18%. Já as menções positivas são dirigidas a Ciro, com 22,5%, em primeiro; Marina, com 22%; Haddad e Bolsonaro, com 21%, e o tucano, com 15%.

03.10.2018 | 15h01

Marina, a mais citada por mulheres na rede

O nome de Marina Silva é o campeão de menções por mulheres nas redes, conforme análise de quase 2 milhões de citações nas redes sociais feita pela plataforma Torabit, entre 25 de setembro e 1º de outubro, para o BR18.

Ciro Gomes vem em segundo com 39,5% das postagens, Bolsonaro e Haddad empatam em terceiro, com 35% e Geraldo Alckmin vem em quarto com 30%.

Até o último dia 2 de outubro, Fernando Haddad quase não falava de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. De acordo com levantamento da plataforma Torabit, feita a pedido do BR18, o candidato do PSL não figura entre os assuntos mais tocados pelo petista do começo da campanha até agora. Isso deve mudar porque até agora o PT poupou Bolsonaro (adversário ideal para um 2ª turno na visão dos petistas), só que não contavam com o crescimento do ex-capitão nas pesquisas.

Até o momento, de acordo com o levantamento, os assuntos favoritos do petista nas redes sociais foram pautas identitárias (como feminismo, movimento LGBT e questões raciais), dominando 36% das postagens, educação (18%), emprego (14%), economia e saúde (5% cada).

Termina nesta quinta-feira, 4, o horário eleitoral do primeiro turno das eleições. E até aqui as redes sociais não prestaram muita atenção no que foi dito pelos candidatos na telinha. De acordo com levantamento da plataforma Torabit feito a pedido do BR18, mostra que os picos de comentários sobre as eleições não coincidem com os períodos das propagandas.

Apenas no horário do almoço (das 13h às 14h), quando se aumenta o uso de celulares, há um leve aumento no momento da propaganda, mas pequeno se comparado aos outros horários de pico nas redes sobre as eleições. O maior movimento ocorre pela manhã, das 10h e 11h (4,3% das menções) e a noite, entre 22h e 23h (6,5%). Os candidatos mais citados são os com menos tempo na televisão e no rádio: Jair Bolsonaro com 54,7% e Ciro Gomes com 15,8%.

Sem participar do debate da Globo, mas estando durante aproximadamente 25 minutos na Record, Jair Bolsonaro conseguiu mais de 70 mil seguidores na noite da última quinta-feira nas redes sociais. De acordo com a plataforma Torabit, o segundo colocado foi Guilherme Boulos com 26.832. Na terceira colocação está Ciro Gomes, com mais 22.745 seguidores. O quarto colocado também não esteve no debate, foi Cabo Daciolo, com 9.588 seguidores.

05.10.2018 | 18h49 – Do BR18

Tucanos com problemas também na internet

As coisas não vão muito bem no PSDB. João Doria deverá ter pela frente uma briga de foice contra Paulo Skaf no segundo turno em São Paulo. Geraldo Alckmin nem isso deverá conseguir, de acordo com as pesquisas de intenção de voto. Essa situação se reflete nas redes sociais, onde o ex-prefeito, famoso pelo bom desempenho na internet, consegue ter uma performance tão ruim quanto a de seu padrinho.

De acordo com a plataforma Torabit, na última semana da campanha eleitoral Doria perdeu 2,3 mil. fãs no Facebook. Alckmin teve acréscimo de 18,7 mil fãs. Na nuvem de palavras relacionadas ao ex-prefeito, está o negativo “abandono”, devido a sua saída da Prefeitura. Já Alckmin tem palavras como “falso”, “desgraça” e “sonso”.

05.10.2018 | 20h11 – Do BR18

A revolução das máquinas (1)

Os três candidatos mais bem colocados nas pesquisas estariam se beneficiando do uso de robôs nas redes sociais. De acordo com levantamento da plataforma Torabit para o BR18, feito entre os debates da Record (30/9) e da Globo (4/10), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) teriam uma parcela considerável de menções a eles partindo de perfis com características de robôs. O líder seria o pedetista, com 44% das menções feitas por usuários suspeitos. Haddad apresentou 15% e Bolsonaro, 21%.

Para detectar os robôs, foram analisados alguns padrões: a proporção entre a quantidade de seguidores e a de quem cada perfil segue, o número de postagens, a descrição atípica do perfil, o tipo de foto, a coincidência de conexões e a quantidade de posts ao longo do tempo, entre outras características. Foram analisadas 1,8 milhão de menções com expressa declaração de voto.

Descontados os possíveis robôs identificados pela Torabit, a quantidade de votos declarados nas redes está em linha com a das pesquisas eleitorais. Bolsonaro lidera com 29% das menções, Haddad vem em seguida, com 23,5%, e Ciro, mesmo sem os perfis suspeitos, aparece perto do petista, com 22%.
Entre os temas mais citados na hashtag #DebateNaGlobo no Twitter até o momento, estão em destaque Jair Bolsonaro (que não está presente) e Ciro Gomes. Confira as palavras no levantamento da plataforma Torabit.

06.10.2018 | 18h06 – Do BR18

Segurança é o tema da eleição nas redes

Nestas eleições, o assunto que não saiu da cabeça dos eleitores nas redes sociais foi segurança. Levantamento da plataforma Torabit feito para o BR18, que analisou 10 milhões de postagens sobre o tema eleições feitas desde o dia 31 de agosto, mostra que 41% das postagens foram referentes ao tema.

O segundo tema mais citado pelos eleitores foi corrupção, seguido de pautas identitárias (questões raciais, de gênero, etc.). Confira:

 

Cultura não é prioridade na campanha eleitoral

O tema Cultura não é assunto de grande interesse quando se fala em eleições no Brasil – seja entre os usuários das redes sociais seja entre os presidenciáveis. No entanto, o tema desabrochou nos primeiros dias de setembro por conta do incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro.

No mês de agosto, o assunto mais comentado no universo eleição, foi o da Corrupção – conforme análise de 1,8 milhão de menções capturadas pelo Torabit. As menções sobre Corrupção foram responsáveis por 17,8% das menções analisadas e divididas em 12 assuntos principais.

Os assuntos Economia (16,3%) e Segurança (15,8%), bem próximos, ficam em segundo e terceiro lugar. É de se notar que o tema Cultura foi responsável por apenas 0,7% das menções, antecedido pelos temas Educação (8,5%), Saúde (8,4%), Reformas (6,6%), Emprego (5,3%), Habitação (3,9%), Transportes (3,2%) e Religião 2,5%.

Esta situação mudou quando analisados posts do universo eleições pós incêndio no Museu Nacional. No dia 2 de setembro, dia do incêndio, e no dia seguinte, o assunto Cultura associado às eleições pulou de 0,7% para uma participação de 34,8%. No entanto, a situação começa a voltar à “normalidade” quando se compara as menções à Cultura do dia do incêndio dia até esta quinta-feira, 6 de setembro. Elas voltaram a diminuir e formam apenas 3,6% no universo da eleição.

Nas redes sociais específicas dos candidatos (somando-se Facebook, Twitter e Instagram), as menções sobre Cultura eram nulas no mês de agosto de forma geral, mas depois de incensadas pelo incêndio apareceram nos canais dos presidenciáveis, Alvaro Dias que teve zero menções à cultura em agosto, postou 23 vezes depois do dia 2. Veja abaixo o antes e depois dos candidatos:

Álvaro Dias: 0 antes e 23 depois
Geraldo Alckmin: 2 antes, e 3 depois
Jarir Bolsonaro: 0 antes, e 2 depois
Guilherme Boulos: 0 antes, e 17 depois
Ciro Gomes: 0 antes, e 1 depois
João Amoedo: 0 antes, 3 depois
Fernando Haddad: 0 antes, e 2 depois
Marina Silva: 0 antes, e 5 depois
Henrique Meirelles: 0 antes, e 2 depois
Cabo Daciolo: 0 antes, 0 depois

Torabit na Social Media Week

O Torabit é um dos patrocinadores da Social Media Week deste ano, o maior evento de comunicação digital da América Latina.

Além do apoio, também haverá um painel com o pessoal do Comunica Que Muda da agência nova/sb:

Aborto, suicídio e maconha não são tabus nas redes sociais

Nada é polêmico demais para ser discutido nas redes!

Vem entender como anda a cabeça do brasileiro em relação a alguns temas polêmicos e como o monitoramento das redes pode ajudar a gerar uma mudança positiva na sociedade.

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Inscreva-se aqui: http://bit.ly/torabitnasmwsp

 

 

Contra notícias falsas nas eleições 2018

São Paulo, 6 de agosto de 2018.

Do site do Projeto Comprova

Hoje, 6 de agosto, entra em operação o projeto Comprova. Nas próximas 12 semanas, dezenas de jornalistas de 24 veículos de mídia vão trabalhar em conjunto para combater as ondas de desinformação nas redes sociais durante a campanha eleitoral. Trata-se da maior iniciativa de colaboração entre empresas concorrentes da história da imprensa brasileira. E você também pode ajudar nesse desafio.

A coalizão do Comprova vai monitorar as redes em busca de conteúdo enganoso relacionado às eleições, e agir para desmentir boatos sempre que tiverem caráter viral ou o potencial de desinformar um grande número de eleitores. Por meio de um número de WhatsApp (11 97795-0022), o público poderá encaminhar às equipes de checagem textos, áudios, fotos e vídeos suspeitos.

Se for constatada falsidade, os desmentidos serão respondidos pelo próprio WhatsApp, além de publicados aqui no projetocomprova.com.br e nos sites dos integrantes da coalizão. As checagens sempre serão feitas em conjunto: para que algo seja divulgado, será necessário ter o aval de pelo menos três veículos distintos. O material terá licença Creative Commons, ou seja, poderá ser republicado livremente, desde que haja atribuição ao Comprova e o conteúdo não seja alterado.

Os interessados devem salvar o número (11) 97795-0022 na lista de contatos de seu celular e então enviar uma mensagem com o pedido de checagem.

A participação do público não se limitará ao envio de conteúdo para checagem. Os interessados serão encorajados a compartilhar a informação checada com seus contatos de WhatsApp e também nas redes sociais.

Este texto de boas vindas será o único conteúdo do site até que tenhamos mais material para publicar.

O Comprova não é apenas um projeto jornalístico. Um de seus objetivos é ajudar o público em geral a detectar as evidências que indicam a adulteração de um conteúdo com objetivo de enganar.

A metodologia de checagem foi desenvolvida pelo First Draft, um projeto do Centro Shorenstein da Harvard Kennedy School. A convite do First Draft, a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) coordena a coalizão de 24 veículos.

As organizações de mídia envolvidas no Comprova são: AFP, Band News, Band TV, Canal Futura, Correio do Povo, Exame, Folha de S.Paulo, GaúchaZH, Gazeta Online, Gazeta do Povo, Jornal do Commercio, Metro Brasil, Nexo Jornal, Nova Escola, NSC Comunicação, O Estado de S.Paulo, O Povo, Poder360, Rádio Band News FM, Rádio Bandeirantes, Revista Piauí, SBT, UOL e Veja. O Comprova conta com o apoio do Projor, entidade que trabalha para fortalecer o jornalismo no Brasil.

A Google News Initiative e o Projeto de Jornalismo do Facebook ajudaram a financiar o projeto, e ambas as empresas estão fornecendo suporte técnico e treinamento para as equipes envolvidas.

Parceiros Institucionais incluem a Abraji, a ANJ (Associação Nacional de Jornais no Brasil), o escritório do Centro David Rockefeller para Estudos Latino-Americanos da Universidade de Harvard, o Projor, a agência Aos Fatos e a RBMDF Advogados.

Os parceiros de tecnologia incluem CrowdTangle, NewsWhip, Torabit, Twitter e WhatsApp.

Copa 2018 nas redes sociais

No esquenta para as oitavas de final da Copa, o Torabit deu um giro pelas redes sociais e analisou 5,5 milhões de menções desde o dia da abertura em Moscou.

Na escalação das redes, os onze mais falados são:

1 Neymar, 2 Canarinho, 3 Messi, 4 Cristiano Ronaldo, 5 Philipe Coutinho, 6 Tite, 7 Galvão, 8 Firmino, 9 Marcelo, 10 Guerrero e 11 Gabriel Jesus.

Rio, São Paulo e Minas são os estados mais engajados com a Copa nas redes.

No quesito gênero, a proporção da população brasileira se inverte: 49% de Mulheres x 51 % de Homens.

O dia em que mais se falou nas redes sobre a Copa até agora foi o da abertura, dia 14 de junho.

Entre 11h e 16h estão os picos de menções sobre o torneio.

Nuvem de termos em volta da Copa

Segundo dia de Copa e a gente tá como?

Qual o ranking dos mais citados nas menções sobre a Copa do Mundo nas redes sociais? O Torabit sabe.

Analisadas 1,8 milhão de menções nas redes Twitter, Facebook, Instagram, YouTube, blogs e Google Plus, foi possível elaborar o ranking.

Entre este total de posts publicados de segunda-feira até sexta-feira, no fim do jogo Portugal x Espanha, a cantora colombiana Shakira, responsável pelo tema musical oficial da Copa de 2010, Waka Waka, foi a mais comentada.

O tema oficial deste ano (Live it Up, composto pelo DJ Diplo e cantado por um grupo que inclui o ator Will Simth) ainda não caiu no gosto dos torcedores.

Eis o ranking dos dez mais citados:

 

Como o jornalismo pode lidar com a avalanche de boatos e notícias fraudulentas na rede?

Em tempo de fake news, nada melhor do que dados!

O novo episódio da websérie “Cartas na Mesa”, produção conjunta entre o Observatório da Imprensa e o Curso de Jornalismo da ESPM, traz uma conversa franca entre Caio Túlio Costa e Ricardo Gandour. O tema é a desinformação. Como o jornalismo pode lidar com a avalanche de boatos e notícias fraudulentas na rede? Veja, agora, as respostas para essas e outras perguntas no terceiro episódio da websérie “Cartas na Mesa” – com Caio Túlio Costa e Ricardo Gandour.

A maconha é pop

Mais um estudo realizado pelo pessoal do Comunica Que Muda, iniciativa digital da agência de publicidade nova/sb. O estudo foi feito por meio do Torabit.

Do: http://www.comunicaquemuda.com.br/a-maconha-e-pop/

Publicado em 25/05/2018:

A maconha é pop

Estudo realizado pelo Comunica Que Muda (CQM), iniciativa digital da agência de publicidade nova/sb, mostra que na internet a maconha é popular, defendida mais pelas mulheres (73,8%) e o assunto “pega fogo” no Rio de Janeiro (34%), seguido por São Paulo (18,5%). Entre os dias 12 de março e 8 de abril foram analisadas 555.280 menções nas rede.

Desses comentários, 72% são favoráveis, 14% contra e 14% neutros. O tema é compartilhado por 59,6%, embora poucas pessoas comentem sobre suas próprias experiências. Dos que falam sobre maconha nas redes, mais de ¼ assumem publicamente que usam a erva de forma recreativa (28,1%). As mulheres escrevem mais o tema do que os homens: 56% contra 44%. Entre elas, 73,8% são a favor. Já entre eles são favoráveis 63,9%.

Apesar da grande discussão nas redes, a cannabis ainda é tratada de forma superficial. Existe pouca discussão sobre guerra às drogas, descriminalização e uso medicinal. Do total de menções sobre a erva, apenas 4,5% falam da batalha contra entorpecentes. Desses, 65% são contrários à forma como se combate às drogas, 29% são a favor e 6% neutros. Com relação à legalização, 84,6% são a favor, 14% contrários e 4,1% neutros

Nas postagens, 98,6% comentam sobre o uso recreativo e somente 1,4% sobre a utilização medicinal. Desses, 91,7% apóiam a maconha medicinal, 8,3% são neutros e ninguém é contrário.


Veja aqui o estudo completo.

 

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