Coronavirus diminui apoio a Bolsonaro nas redes sociais

Monitoramento Torabit para o Jornal da Cultura 18/03/20

O Torabit, plataforma de monitoramento digital, capturou e analisou 4.1 milhões de menções no período de 6 de fevereiro a 17 de março sobre o universo em torno de Bolsonaro nas redes sociais. Ou seja, este período é formado pelos 20 dias antes do anúncio do primeiro paciente com coronavírus no País e os 20 dias posteriores. 

Foram analisadas menções do Twitter, do Facebook, do YouTube, do Instagram e em blogs e sites abertos na internet.

No primeiro período, de 6 a 26 de fevereiro, as menções sobre o Jair Bolsonaro nas redes se dividiam da seguinte forma: 27% positivas, de apoio ao Presidente; 30% negativas, contra o seu governo, e 43% neutras, formadas por compartilhamento de notícias sem juízo de valor. 

Nos 20 dias após a confirmação do primeiro caso de Coronavírus no País, as menções positivas para Bolsonaro caíram para 21%. As negativas subiram para 41%. E as neutras caíram para 38%, já que as notícias sobre o presidente passaram a ser compartilhadas com comentários negativos feitos pelos usuários.

Localidade e gênero

No primeiro período, homens foram responsáveis por 66% das postagens. No segundo, 62% das postagens vieram do gênero masculino.

As capitais com mais casos confirmados de coronavírus também foram, respectivamente, responsáveis pela maioria das menções nas redes. SP com 27% no primeiro período e 25% no segundo e Rio com 18% no primeiro e 20% no segundo.

Termos mais falados em torno de Bolsonaro

Termos como “folha”,” imprensa”, “congresso”, “PT, governo eram mais visíveis no primeiro período. Já “impeachment”, “panelaço”, além do grande destaque para “coronavírus”, aparecem no segundo.

Análise de hashtags

Também foi analisado se o presidente ganhou ou perdeu força nos assuntos mais comentados no Twitter, os Trending Topics. 

A conclusão é a de que as hashtags a favor do presidente perdem a primazia para as hashtags contrárias nos Trendings Topics Brasil e esmorecem quando se soma a presença em todos os Estados mais o Distrito Federal. 

Explicando:

As hashtags a favor e contra o presidente apareceram quase três mil vezes entre os dez primeiros lugares nos Trending Topics tanto do Brasil quanto dos diferentes Estados e distrito federal.

Favorabilidade a Bolsonaro se inverte nos Trending Topics Brasil

No primeiro período, as hashtags favoráveis ao presidente somaram a grande maioria no quesito Trending Topic Brasil: 76% a favor e 24% contra. No segundo período, imediatamente depois do anúncio do primeiro caso de coronavírus no País, a situação se inverteu nos Trending Topics Brasil: 53% de hashtags contra e 47% a favor de Bolsonaro.

As hashtags aparecem nos Trending Topics em função da aceleração que adquirem na produção de tuítes e no compartilhamento dos mesmas. Vão para os Trending Topics Brasil as que ganham mais frequência seja onde estiverem.

Principais hashtags a favor de Bolsonaro no período:

6 a 26 de fevereiro 

#SomosTodosBolsonaro

#EuApoioBolsonaro

27 de fevereiro a 17 de março

#EuApoioBolsonaro

Bolsonaro 38

Decreto de Bolsonaro

#MulheresComBolsonaro

#BolsonaroDay

#BolsonaroAte2026

Principais hashtags contra Bolsonaro

6 a 26 de fevereiro

#Fora Bolsonaro

#ImpeachmentDeBolsonaro

#CarnavalDoForaBolsonaro

27 de fevereiro a 17 de março

#BolsonaroMentiroso

#BolsonaroCorno

#BolsonaroChifrudo

#BolsonaroInfectado

Ex-ministro de Bolsonaro

#ForaBolsonaro

#ImpeachmentdoBolsonaroURGENTE

#Bolsonaroacabou

#BolsonaroNaoEmaisPresidente

#AcabouBolsonaro

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Cockpit Coronavírus

Tá todo mundo falando, a gente tá escutando e, como informação boa é informação compartilhada, o Torabit disponibiliza para TODOS um Cockpit em tempo real do que se fala sobre Coronavírus nas redes sociais.

A visualização fica melhor no computador ou em uma tv. 😉
http://bit.ly/coronavirusnasredes

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Saúde vale mais que dinheiro

Desde o primeiro caso confirmado do Covid-19 no Brasil, no dia 25 de fevereiro, a plataforma de monitoramento digital Torabit ativou o acompanhamento do tema nas redes sociais. Até as 11h do dia 13 de março foram analisadas quase dois milhões de menções sobre o que os brasileiros falaram sobre o novo coronavírus.

Entre os assuntos relacionados à doença, os temas ligados à saúde (prevenção, sintomas, tratamento e vacina) somam 41% do interesse dos usuários e aqueles ligados à economia totalizam 16%. 

As citações sobre o tema tiveram seu pico na quinta-feira, dia 12 de março. A movimentação foi decorrente da repercussão da notícia de que o secretário de comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten, havia sido contaminado (teste e contraprova deram positivos) e de sua consequência direta – tanto o presidente Jair Bolsonaro como seu anfitrião nos EUA, Donald Trump, poderiam ser vítimas do coronavírus em razão da proximidade mantida com Wajngarten durante os eventos oficiais (e, no caso de Bolsonaro, por ter viajado todo o tempo ao seu lado).

Além disso, outras notícias, como a repercussão da declaração de pandemia pela OMS, e o cancelamento de diversos eventos, também explicam o pico de menções na quinta-feira.

Os internautas do estado do Rio de Janeiro foram os que mais abordaram o assunto, com 26% das menções (o segundo estado com mais casos confirmados). Os paulistas vem na sequência com  21,6% de citações, seguidos de mineiros (8%), internautas do DF e do Paraná (com 4,7%, cada). Com volume significativo de menções ao Covid-19, há ainda RS (4,2%), PE (3,7%), SC (3,6%), BA (2,9%), ES (2,8%). Todas as demais unidades da Federação totalizaram  17,8% dos comentários sobre a nova ameaça à saúde pública.

As mulheres foram responsáveis por 52% das menções nas redes até o encerramento deste monitoramento.

As hashtags ligadas ao tema estão entre os assuntos mais falados no Twitter desde o dia 25 de fevereiro, aparecendo um total de 493 nos seus Trends Topics, sendo 129 vezes na primeira colocação. Entre os principais assuntos do Brasil, o tema apareceu 122 vezes. No mundo, foram 143 vezes. 

Positivo, negativo e neutro

De maneira geral, os internautas têm demonstrado um bom nível de informação sobre o coronavírus. Dois terços (66%) das abordagens sobre o assunto foram neutras e indicam o compartilhamento de notícias e informações acerca do coronavírus, sem juízo de valor. As citações positivas, que buscam a conscientização sobre o risco e os cuidados sobre o coronavírus, totalizaram 18%.  

Foi baixo o nível de menções consideradas negativas nas redes (15% do total). Esses posts, em geral, foram compostos de piadas, reclamações decorrentes do cancelamento de eventos ou de possíveis medidas de restrições, além de informações falsas. 

O que as pessoas estão buscando na internet sobre o vírus?

As buscas no Google Trends Brasil sobre o Covid-19 referem-se, principalmente, aos sintomas e ao número de casos no Brasil e na Itália. 

Ainda ganharam destaque pesquisas sobre celebridades contaminadas com o vírus, o termo “vacina” seguido por “resultado dos exames do presidente Bolsonaro”. Não faltaram buscas relacionadas a Cuba, Donald Trump e Itália. 

Assuntos mais falados nas redes

Prevenção

As menções sobre prevenção trataram de hábitos básicos de higiene, como lavar as mãos e também sobre a correria para adquirir álcool em gel nas cidades.

A campanha das redes ‘Ninguém Solta a Mão de Ninguém’ ganhou a versão, em forma de piada: ‘Ninguém Segura a Mão de Ninguém’.

Sintomas/tratamentos

As menções relacionadas aos sintomas do coronavírus com informações sobre como o vírus se manifesta nos infectados e os posts a respeito do tratamento da doença (desde os casos mais simples até os mais graves, que necessitam de internação)  somaram 9% cada um. 

Vacina/fake news

Uma notícia fake, sobre vacina desenvolvida em Cuba para o Covid-19, fez com que políticos e influenciadores digitais compartilhassem conteúdos a respeito. Usuários também usarem a fake news para produzir piadas políticas com a frase “Vai para Cuba”.

Educação

As citações trataram principalmente do fechamento de escolas e de universidades pelo mundo. Os internautas compartilharam notícias do exterior para comentar a necessidade de medidas preventivas semelhantes serem adotadas no Brasil. 

Eventos

O cancelamento de eventos como Lollapalooza, Coachella e turnês de diversos artistas repercutiu nas redes sociais. Destaque também para a fala do governador de São Paulo, João Dória, que disse não ser necessário cancelar eventos.

Mercado Financeiro

O impacto da pandemia na economia mundial recebeu atenção dos internautas – alta do dólar foi tratada em  6% do total de menções. Já a queda da Bolsa de Valores somou pouco mais de 4 mil comentários (0,2% do total).

Fake news

A desinformação compartilhada ficou para citações como  o vírus não teria nenhuma gravidade e teorias da conspiração, como armas biológicas. 

Quem está influenciando a conversa nas redes?

A conversa sobre coronavírus na rede está altamente difundida e muito difusa, sem um pequeno grupo de perfis que se destaque como “os” influenciadores acerca do tema. É o que mostra o grafo de conexões abaixo, em que cada ponto representa uma perfil que postou algo no período, e os traços mostram as interações entre estes perfis. Como é possível observar, não há grandes focos com concentração de interações no período analisado. 

Ainda assim, é possível identificar alguns perfis que tem potencial a se tornarem grandes destaques:  veículos de mídia (Estadão, G1, Folha e Uol Notícias), perfis oficiais como o do Ministério da Saúde (@minsaude), do presidente Jair Bolsonaro (@jairbolsonaro) e do ministro Henrique Mendetta (@ihmendetta), o influenciador Felipe Castanhari (@fecastanhari) e o de Guilherme Boulos (@guilhermeboulos). 

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Torcida, contra e a favor do Brasil, marcou o Oscar 2020 nas redes

1,6 milhão de menções de postagens brasileiras nas redes sociais sobre o universo do Oscar 2020 foram analisadas pela plataforma Torabit. As capturas de mensagens começaram em 13 de janeiro, dia da divulgação dos indicados e foram acompanhadas até o amanhecer de 10 de fevereiro, um dia após o anúncio dos vencedores.

O resultado mostra que, na análise geral, as redes acertaram o resultado de 18 das 24 categorias. As apostas dos usuários foram computadas antes da entrega das estatuetas em Los Angeles.

O sentimento de brasilidade falou mais alto em duas categorias e fez com que a torcida nas redes “errasse” em relação à escolha da Academia. Primeiro, a animação “Klaus”, que contou com o ilustrador brasileiro Gabriel Soares de Manaus, foi a queridinha dos usuários, mas perdeu a estatueta. Segundo, o documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, contava com uma enorme expectativa das redes não confirmada pelos votos da Academia.

Votos das redes versus os votos da Academia:

Na categoria melhor filme, as redes torciam para “Parasita” (29% de votos nas redes) e o filme foi o vencedor.

Como melhor montagem, as redes apostavam em “Coringa” (38%), mas quem ganhou foi “Ford vs Ferrari” (11%).

A melhor trilha sonora original teve a torcida das redes para “Coringa” (64%), e os usuários acertaram.

Como melhor fotografia, as menções nas redes acertaram mais uma vez. 39% queriam “1917”, voto seguido pelo Oscar.

Para melhor atriz, as redes torciam para Cynthia Erivo, 37%, mas quem levou a estatueta foi Renné Zellweger.

Para melhor ator, 53.5% dos usuários apostaram e ganharam fácil! Joaquin Phoenix com seu Coringa foi o grande vencedor.

Em melhor filme internacional, “Dor e Glória”, seria o vencedor para 71% dos usuários, mas “Parasita” ganhou tudo!

A melhor atriz coadjuvante para as redes foi Laura Dern com 33%, torcida essa que se confirmou com a estatueta para a atriz.

Maquiagem e Figurino foi mais um acerto das redes sociais, “O Escândalo”, com 26% era o preferido das redes e foi o do Oscar também.

Ator coadjuvante e Brad Pitt foi a dobradinha escolhida pelas redes, 53%, e pelo Oscar.

Para 33% das redes, o coreano Bong Joon-Ho deveria ganhar como melhor diretor e foi feita a vontade da massa.

Na categoria roteiro adaptado, Coringa deveria ser o campeão para 50% dos usuários das redes. Jojo Rabbit ganhou.

Em roteiro original, 81% das menções nas redes dava como certa a vitória de Parasita. E isso foi confirmado.

83% torciam para a animação Klaus, cujo projeto contava com um ilustrador brasileiro, mas Toy Story 4 levou a estatueta.

54% cravaram “Adoráveis Mulheres” como filme com melhor figurino. Acertaram.

A categoria de efeitos visuais contava com a torcida de 38% dos usuários das redes para “1917”. Venceram.

“Democracia em Vertigem”, não foi só a escolha da torcida de 90% das menções nas redes na categoria Documentário mas também foi um dos principais temas em torno das menções no geral em torno do evento. A categoria foi vencida por “Indústria Americana”.

“Rocketman” levou os votos da maioria da rede, 32%, e também da Academia.

A melhor direção de arte foi a de “Era uma vez em… Hollywood” para a maioria nas redes, 41%, se confirmou com a entrega da estatueta.

Mixagem de som: 54% cravaram e acertaram “1917”.

Edição de som. 44% acharam que “Coringa” ganharia, mas “Ford vs Ferrari” levou.

O curta-metragem, “The Neighbors’ Window” foi o vencedor nas redes, com 50%, e na Academia também.

Animação em curta teve o favorito nas redes com “Hair Love”, com 65%, também ganhador oficial da categoria.

“Learning to Skateboard in a Warzone (If You’re a Girl)” foi o documentário em curta favorito das redes com 73% e foi quem levou mais votos na Academia também.

Sobre os percentuais acima, eles refletem sempre o maior percentual de aposta dos usuários de redes sociais. Foram examinados Twitter (a maioria, em razão da dinâmica da plataforma), Facebook, Instagram e YouTube. 

Mais:

 Mulheres dominaram nas menções nas redes.

Sudeste foi maioria.

Cada pontinho é um @, cada nó é um cluster. Alguns usuários geram muita conversa em torno de si. É o que chamamos de viralização. O pontinho amarelo circulado é a @petracostal – que não ganhou a estatueta mas que teve seu nome mega citado nas redes


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Busca Retroativa

Chegouuuu,
Para completar o que já era completo chegou a busca expressa retroativa do Torabit. O feature novo já está disponível gratuitamente para nossos clientes e pode ser adquirido com qualquer um de nossos pacotes.

Com ela, o usuário poderá ter um panorama sobre qualquer marca, nome ou assunto com um relatório expresso – em poucos minutos – sem cadastro prévio.

As opções de relatório são: 

Estatísticas e amostra de postagens

*Localização, gênero, nuvem de palavras, nuvem de hahstags, horário com maior volume de menções etc. 

Autores com mais posts

Autores com mais seguidores

Autores mais mencionados

Trending de assuntos 

Neste caso é possível selecionar os termos-chave que deseja identificar entre as ocorrências da busca pesquisada. Ao selecionar essa opção, aparecerá um campo para preenchimento dos termos.

Grafo de conexões

O Grafo é um gráfico que mostra a ligação entre as interações e os perfis. 

Com ele é possível entender os clusters e seu poder de influência sobre determinado assunto.

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Wrap up Rock In Rio nas redes sociais

– Foram aproximadamente 2,5 milhões de menções analisadas, entre os dias 27 de setembro e 7 de outubro de 2019.

– Drake foi a atração mais citada, aparecendo em 22% das menções. Isso ocorreu principalmente pelo veto do cantor à transmissão ao vivo na televisão, o que gerou muitas reclamações nas redes.

–  Por não poder transmitir o show do Drake, o Multishow transmitiu a apresentação da cantora Rihanna realizada na edição do ano passado do festival. Assim, a cantora, que também já teve um relacionamento com o rapper, apareceu com grande destaque nas redes, estando entre os principais termos da nuvem de palavras.

– Anitta também teve bastante destaque, aparecendo em 19% das menções, o que fez dela a segunda atração mais citada do festival. 

– Entre os patrocinadores, o maior destaque ficou com o Itaú, que apareceu em quase 60% das menções que citaram algum parceiro do festival. Para efeito de comparação, o segundo patrocinador mais citado foi a Coca-Cola, que apareceu em cerca de 9% das menções.

– Já entre os parceiros de mídia, o grande destaque foi o Multishow, que transmitiu ao vivo as principais atrações do festival, aparecendo em mais de 87% das menções que citaram algum veículo. 

– No período analisado, o termo “Rock in Rio” e as principais hashtags relacionadas ao seu universo apareceram um total de 1.166 vezes entre os assuntos mais falados do Twitter. Destas, 14 vezes foram no mundo, e 29 vezes no Brasil. 


– Já no Google Trends, o festival apareceu 45 vezes entre os termos mais buscados, no mesmo período. 

– As mulheres falaram mais que os homens sobre o festival nas redes. Elas foram responsáveis por 58% das menções analisadas. 

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Drake e Rihanna dominam o Rock in Rio nas redes

  • Foram mais de 1 milhão e duzentas mil menções analisadas sobre o festival, entre os dias 27 e 30 setembro.
  • Drake foi disparado a atração mais citada, em mais de 42% das menções. Isso ocorreu principalmente pelo veto do cantor à transmissão ao vivo na televisão, o que gerou muitas reclamações nas redes.
  • Por não poder transmitir o show do Drake, o Multishow transmitiu a apresentação da cantora Rihanna realizada na edição do ano passado do festival. Assim, a cantora, que também já teve um relacionamento com o rapper, apareceu com grande destaque nas redes, estando entre os principais termos da nuvem de palavras.
  •  As apresentações de Iza e Alcione, com 11,1%, e Jessie J, com 9,7%, também tiveram destaque.
  • Entre os patrocinadores, o maior destaque ficou com o Itaú, que apareceu em mais de 60% das menções que citaram algum parceiro do festival.
  • As mulheres falaram mais que os homens sobre o Rock in Rio, neste primeiro fim de semana. Elas foram responsáveis por 60,4% das menções. 
  • Semana que vem tem mais, relatório completo! 😉
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O governo, o congresso e nosso meio ambiente nas redes sociais

Foram analisados os posts nas redes sociais sobre o assunto “meio ambiente” publicados até o dia 22 de agosto pelos 513 deputados, 81 senadores, além dos 35 perfis do poder executivo que contemplam os ministros, secretários de primeiro escalão, o presidente e seu vice e também os perfis oficiais de cada ministério. Dos 69.514 posts que estas bases fizeram em suas redes, apenas 5% falavam sobre o universo do meio ambiente. Abaixo, um zoom em cada área.

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Como usar o monitoramento em redes sociais para estudos em profundidade

O novo e-book Torabit passa por todas as etapas de montagem e análise de um monitoramento para estudos em profundidade nas redes sociais. O e-book mostra ainda um exemplo de estudo com o tema do autismo.

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