E-book: Monitoramento em redes sociais

Vai planejar um monitoramento e não sabe por onde começar? Confira abaixo o nosso primeiro e-book, que vai ajudar você a planejar e gerenciar um monitoramento em redes sociais  🙂

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Diminui o apoio à greve nas redes sociais

 

O fim de semana serviu para mudar um pouco os ânimos dos usuários de internet com a greve de caminhoneiros.

Medição do Torabit que analisou 361.807 posts entre as 12h de sexta-feira (25/5) e as 10h desta segunda- feira (28/5) mostra que o apoio explícito caiu de 53,54% (na primeira medição) para 34,5% agora.

Da mesma forma, o percentual de posts com comentários positivos também caiu, de 52,2% para 45%. Muitos comentários aprovam a greve, mas tratam negativamente de seus efeitos.

A quantidade de comentários negativos também cresceu, de 10% para 19%, ganhando nove pontos percentuais.

Os comentários neutros agora formam 39% do total, bem perto dos quase 38% apurados na quinta e na sexta-feira passadas.

Aumentou também a quantidade de posts com piadas ou reproduções delas: 34,5% agora, contra 27,5% apurados na semana anterior.

Há outros dados importantes nesta apuração do fim de semana sobre o movimento: notícias formam 24,1% do total de posts analisados, o não- apoio explícito à greve soma 6,7%, problemas do cotidiano são 4,4%, e as menções ao custo da greve atingem significativos 4,2% do total dos posts.

Diminuiu a quantidade de mulheres que comentam o assunto: 51% de mulheres agora, contra 55,5% na semana passada. Quanto aos homens, agora são 49%, contra 44,5%.

Excetuando-se os perfis de veículos de mídia no Twitter, o TOP 5 de autores com maior alcance falando sobre o tema “greve dos caminhoneiros” foram: o humorista @DaniloGentili com comentário político sobre o tema, o escritor @paulocoelho falando sobre a greve que afeta a reposição de seu livro novo e os youtubers @whindersson e @felipeneto e o perfil @frasesdebebada com posts bem humorados.

O Torabit mediu as reações na seguintes redes: Twitter, Instagram, YouTube, GooglePlus, páginas abertas do Facebook e em blogs e sites da internet.

No período, “greve dos caminhoneiros” esteve 46 vezes entre os assuntos mais procurados no Google Brasil. As pessoas buscavam: “greve dos caminhoneiros notícias atualizadas”; “greve dos caminhoneiros 2018”; “Acabou a greve dos caminhoneiros”; “fim da greve dos caminhoneiros” ou “somos todos caminhoneiros”.

No IVC (Instituto Verificador de Comunicação), órgão que audita a audiência dos veículos noticiosos, a palavra “caminhoneiros” foi a notícia mais clicada na sexta, no sábado e no domingo.

No Twitter, o tema entrou nos assuntos mais falados (Trend Topics) 199 vezes, dividido em #euapoioagrevedoscaminhoneiros e #grevedoscaminhoneiros.

Confira algumas piadas que mais apareceram no fim de semana nas redes:

A greve dos caminhoneiros não afeta o SUS. Continua normal, sem medicamentos e sem médicos.

Greve dos caminhoneiros o oxigênio chegou. Mas os remédios faz mais de 6 meses que não chegam.

“1 bilhão de aves poderão morrer nos próximos dias.” Sim, se não tivesse greve dos caminhoneiros elas iriam pra um spa.

Os caminhoneiros estão de greve, mas a zaga do Vasco tá entregando normalmente.

Mais uma exigência na greve dos caminhoneiros: “Make Temer fucking a pig” (referência à série Black Mirror).

Primeiro nosso ouro, agora nossas ideias: Caminhoneiros de Portugal ameaçam fazer greve.

Uma coisa q eu percebi é que a greve dos caminhoneiros não impactou em nada o serviço dos Correios. Eu continuo sem receber minhas encomendas como sempre.

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Ziriguidum nas redes sociais

Atenção, marcas: ainda dá tempo de produzir conteúdo dos bons pro Carnaval.

Atenção, jornalistas: ainda dá tempo de escrever conteúdo dos bons pro Carnaval.

Atenção, todo mundo: se liga no que tá rolando na internet sobre o Carnaval.

Pegamos os 15 dias de pré-Carnaval (de 21 de janeiro a 4 de fevereiro) e analisamos 2.479.106 posts sobre o ziriguidum na internet. A mulheres dominaram os comentários, com 60% dos posts produzidos; os cariocas foram responsáveis por 44%  das menções, seguidos de longe pelos paulistas, com 13%.

Horários bons para postar sobre o Carnaval: 1º: entre 22h e 00h, 2º: entre 12h e 15h e 3º: entre 20h e 21h.

A fantasia mais comentada nas redes foi a do tema queridinho da internet: Unicórnio, seguido pela fantasia de Sereia. O seriado da Netflix “La casa de papel” foi mencionado também como inspiração para fantasias dos foliões. Ainda sobre adereços, os usuários deram dicas para economizar e fazer a própria fantasia em casa.

Dicas de #makeup nunca são demais. Só precisam ser boas – e elas se perpetuarão nas redes.

No bloco dos brilhos, 2018 trouxe o debate sobre o uso do glitter no Carnaval. O incentivo para que homens também aderissem ao brilho nos blocos e a discussão sobre o uso sustentável das partículas brilhantes de plástico bombaram nas redes e valem pauta. 😉

Seguindo o espírito dos novos tempos, as campanhas de marcas contra o assédio no Carnaval não têm erro. Fazem com que sua marca seja compartilhada pelo lado bom da força. Comunicar da melhor forma é ser útil para a comunidade. Sua marca ganha, e a gente também.

Água é a bebida mais falada pelos foliões até agora. Vem seguida pela cerveja. Hidratem-se!

Skol e Coca Cola são as marcas mais faladas nas menções sobre Carnaval.

Claudia Leitte e Pitbull são os artistas mais falados nos posts.

E as escolas de samba mais faladas nas redes são, por ordem:

RIO: Mangueira>Salgueiro>Beija Flor>Grande Rio>Portela.

SP: Gaviões>Mancha>Acadêmicos do Tatuapé>Rosas de Ouro>Acadêmicos do Tucuruvi.

Cadê o viral? O grafo de conexões abaixo mostra o quão periférica está a discussão nas redes sobre o tema Carnaval. As pessoas estão falando sobre suas experiências, comentando ou compartilhando notícias, mas não foi visto ainda nenhum tema que bombou de um lado para o outro, que viralizou.

Resumindo em nuvens:

nuvem geral

nuvem sobre sexo no carnaval

nuvem em torno de fantasia

nuvem em torno de beber/bebidas

nuvem em torno de blocos

nuvem em torno de desfile

nuvem em torno de música

 

 

 

 

 

 

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Estadão retoma a ponta; Zero Hora muda o perfil

O Estadão retomou a liderança do ranking de engajamento nas redes sociais no mês de setembro. Com taxa média diária de 3,31%, deixou o Zero Hora (agora rebatizado de GauchaZH) em segundo lugar, com 2,83%. O Globo fechou o pódio, em terceiro, com 1,91% na taxa média que apura o acontecido no Facebook, no Twitter e no Instagram.

A novidade no mês ficou por conta da mudança de nome nos perfis do Zero Hora, que virou GauchaZH. Por conta dessa união entre o antigo ZH e a radio Gaúcha, a sua base de fãs no Facebook saltou 15% no mês enquanto o crescimento médio das bases dos demais veículos foi de 0,4%. Zero Hora, portanto, fechou o mês de setembro com um total de 2.592.664 fãs contra 2.248.067 em agosto.

Outro movimento atípico no mês foi a queda do UOL do terceiro para o sétimo lugar. O portal fechou setembro com taxa média de 1,35% .

No geral, o veículo que mais cresceu a sua taxa média de engajamento foi a Veja, com resultado 32% maior do que em agosto. O R7 e a Época também tiveram crescimento expressivo; ambos em torno de 22% de crescimento.

Em relação a cada rede, as maiores taxas de engajamento são as seguintes: no Facebook o Estadão se saiu melhor (2,79% de engajamento). No Twitter, o UOL segue na liderança com taxa de 0,40%. No Instagram, o Estadão está na frente com taxa de 6,88%.

Em quantidade de seguidores nas plataformas, o R7 continua líder absoluto com 13,3 milhões de fãs no Facebook, seguido pelo UOL com 8 milhões.

No Twitter, a liderança é da Veja, com mais de 8 milhões de seguidores, seguida pela Folha, com 6 milhões.

No Instagram, o líder também é o R7, com 1,9 milhão de seguidores, acompanhado em segundo lugar por O Globo, com 834 mil seguidores.

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Maioria dos veículos de mídia online perde engajamento em agosto

Oito entre os doze veículos online analisados em agosto de 2017 tiveram queda na taxa média diária de engajamento nas redes sociais. Dois deles mantiveram a mesma taxa: Estadão e IstoÉ. Somente dois conseguiram aumentar sua taxa: o Valor Econômico, que cresceu 17,65%, e o portal Terra, que ganhou 5,13% na taxa. Na parte das quedas, o campeão foi o UOL: perdeu 15,3%, seguido por Veja, com queda de 14,19%.

O gaúcho Zero Hora manteve a liderança na taxa média de engajamento diário nas redes sociais, com marca de 3,37%, quase um por cento abaixo da taxa conseguida no mês anterior.

O Estadão, com 3,05%, a mesma taxa do mês anterior, manteve-se estável tanto em segundo lugar quanto na taxa média, a mesma de julho.O terceiro lugar continua com o UOL, na base de 2,17% de taxa média.

Em relação a cada rede, as maiores taxas de engajamento são as seguintes: no Facebook o UOL continua engajando mais, com 4,84% de taxa. No Twitter, o UOL também lidera, com taxa de 0,44%. No Instagram é o Zero Hora, com 7,78%.Como de praxe, tem sido o bom desempenho no Instagram que mantém o Zero Hora em primeiro lugar, com taxa média de 8,10% em agosto.

Em quantidade de seguidores nas plataformas, o R7 continua líder absoluto com 13,2 milhões de fãs no Facebook, seguido pelo UOL com 7,8 milhões. No Twitter, a liderança é da Veja, com mais de 7,9 milhões de seguidores, seguida pela Folha, com mais de 5,9 milhões.

No Instagram, o líder também é o R7, com 1,8 milhão de seguidores, acompanhado em segundo lugar por O Globo, com quase 820 mil seguidores.

Outro dado a notar em agosto é o do crescimento do UOL no Facebook. Foi quem mais cresceu na plataforma em número absoluto (+77.127 mil fãs) e também em número percentual (quase 1%).

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Zero Hora garante liderança, UOL retoma o terceiro lugar

O gaúcho Zero Hora segue na frente dos seus concorrentes na taxa média de engajamento diário nas redes sociais em julho de 2017, com marca de 3,40%. O Estadão, com 3,05%, manteve-se em segundo lugar. Uma mudança importante, no entanto, veio na disputa pelo terceiro lugar. O UOL abriu o ano em terceiro, mas perdeu o posto para a Exame em fevereiro e, agora em julho, retomou o terceiro posto com taxa média diária de engajamento de 2,56%. A Exame ficou em quarto lugar, com 1,96% na taxa média.

Outra movimentação se deu no quinto lugar, assumido por O Globo (1,75% na
taxa média) ao ultrapassar a Folha (1,68% na taxa média). Entre os doze veículos pesquisados pelo Torabit, foi o UOL quem mais fez crescer a sua taxa de engajamento, com ganho de 24,27% de junho para julho.

Na outra ponta, quem mais perdeu tração na taxa de engajamento foi a Época, com queda de 22,41% na taxa média em um único mês. Em relação a cada rede, as maiores taxas de engajamento são as seguintes: no Facebook quem mais engaja é o UOL, com 5,76% de taxa. No Twitter, o UOL repete a façanha, com taxa de 0,51%. No Instagram é o Zero Hora, com 7,78%. Como costuma acontecer, tem sido o bom desempenho no Instagram que manteve o Zero Hora em primeiro lugar, com taxa média de 7,73%.

Em quantidade de seguidores nas plataformas, o R7 continua líder absoluto com 13,2 milhões de fãs no Facebook, seguido pelo UOL com 7,8 milhões.

No Twitter, a liderança é da Veja, com quase 7,9 milhões de seguidores, seguida pela Folha, com 5,9 milhões.

No Instagram, o líder também é o R7, com 1,8 milhão de seguidores, acompanhado em segundo lugar, de longe, por O Globo, com 802 mil seguidores.

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O impeachment volta às redes sociais.

O  Torabit analisou 551.647 menções que continham o termo “impeachment” nas redes sociais durante o mês de maio. Destas, 63,9% são negativas para o governo federal, ou seja, pedem a saída do presidente Michel Temer. 29.7% são neutras, falam em sua maioria de outros pedidos de impeachment, como o do governador do Rio, Pezão, ou de Gilmar Mendes. Apenas 6.4% foram menções positivas, onde havia concordância de que não haveria provas ou justificativas para o afastamento de Temer.

Os cinco estados que mais postaram sobre o termo foram: SP com 22.7%, RJ com 20.9%, MG com 8.7%, DF com 5.4% e RS com 5.1%.

Os dias em que a palavra “impeachment” mais apareceu nas redes foram: Dia 21 com 13,3% das postagens, dia 18 com 9,8%, dia 28 com 7.7% e dia 29 com 7%.

Os picos de menções nas redes se deram entre 18h e 22h e este intervalo sugere o uso da segunda tela durante o acompanhamento dos telejornais.

As mais de 550 mil menções analisadas foram feitas por 202.396 autores únicos. Deles, o TOP cinco de maior alcance foram dos seguintes usuários: @g1, @Pitty, @VEJA, @felipeneto e @rodrigovesgo

As palavras que tiveram maior frequência junto ao tema no período foram “Temer” e “Diretas”, conforme mostra a nuvem abaixo. O tamanho da palavra é proporcional à sua frequência.

Durante o mês, nas redes sociais, houve um sobe e desce de seguidores dos possíveis presidenciáveis.

No Facebook, Aécio Neves, o então político líder de fãs da plataforma, perdeu 74.201 seguidores e está sendo ultrapassado por Bolsonaro, quem mais cresceu, incorporando 142.832 novos fãs no mês. Aécio fechou o mês com 4.290.119 seguidores e Bolsonaro com 4.279.212.

Apesar do crescimento, quando analisado o engajamento negativo ou positivo dos fãs no Facebook perante o conteúdo ofertado por cada página, Bolsonaro é o campeão em reações negativas (Grrr e Triste) e João Dória o campeão em positivas (Amei e Uau).

Veja todos os gráficos aqui.

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O Globo salta no número de fãs; ZH segue líder no engajamento

Com mais de 140 mil fãs conquistados, na sua maioria entre os dias 18 e 19 de maio, quando deu o furo sobre a delação premiada de Joesley Batista, o veículo online carioca O Globo fez história no mês de maio. Não conseguiu a liderança na taxa de média de engajamento, que continua com o gaúcho Zero Hora, mas liderou o crescimento na rede Facebook. Também conquistou mais de 71 mil seguidores no Twitter e quase 25 mil no Instagram.

O segundo veículo a conquistar mais fãs no Facebook foi o UOL (+91 mil). No Twitter, o maior crescimento foi o da Folha de S. Paulo (+78 mil) e no Instagram foi o R7 (+28 mil).

No entanto, com 3,34% na média da taxa diária de engajamento nas redes sociais, o Zero Hora continua à frente no quesito engajamento no mês de maio entre os doze veículos monitorados pelo Torabit. Continua sendo seguido de perto pelo paulistano Estadão, que fechou maio com 3,23%.

O terceiro lugar segue com a revista online Exame com seus 2,60% de taxa de engajamento.

Como das outras vezes, foi o bom desempenho no Instagram que manteve tanto o Zero Hora quanto o Estadão nos dois primeiros lugares. A taxa média diária do gaúcho nesta rede foi de 8,03% e do Estadão de 6,56%.

Como no mês anterior, na média do mês, o veículo que mais fez crescer sua taxa de engajamento foi a Folha, com salto de 46,15% no resultado em relação a abril, mas insuficiente ainda para passar os concorrentes.

Quem mais perdeu consistência na taxa foi a revista online Veja, com queda de 10,06%, seguido pelo R7, com queda de 2,70%. Todos os outros conseguiram crescer percentualmente em ralação a abril.

No Facebook, a campeã continua sendo a revista Exame, com taxa de 6,20%.

No Twitter, o melhor desempenho segue com o UOL, com taxa de 0,55%.

No Instagram, como dito acima, o destaque é o Zero Hora.

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Dossiê Lixo – Comunica Que Muda

Do comunicaquemuda.com.br

O lixo no Brasil

Um gigante e quase ignorado

Rios completamente poluídos; a vida marinha ameaçada; verdadeiros lixões a céu aberto, contaminando solo e água; e até mesmo o deslizamento de uma montanha de lixo, resultando em mais de 100 mortes e desabrigados na Etiópia. Aparentemente, seguindo o mesmo ritmo, em pouco tempo não haverá mais espaço na Terra para o tanto de resíduos que produzimos.

Não restam dúvidas quanto à relevância da questão, com a necessidade urgente de uma redução profunda em nossa produção de lixo, além de alterações drásticas em nossos sistemas de coleta e reciclagem. Entretanto, será que a maior parte das pessoas tem a verdadeira noção da gravidade do problema? E as pessoas que têm, o que fazem para mudar? Será que essa questão tem gerado um debate adequado e qualificado em nossa sociedade?

Para responder a essas e outras questões, o Comunica que Muda (iniciativa digital da agência nova/sb) mergulhou nas redes sociais por três meses, com o objetivo de analisar como os brasileiros veem o problema do lixo, e como isso os afeta. Foram analisadas mais de 125 mil menções, nos meses de dezembro de 2016, janeiro e fevereiro de 2017. Um levantamento completo que mostra em que pé está esse debate nas redes sociais do Brasil.

Como resultado, ficou claro que ​é quase impossível alguém declarar que o lixo não é um problema. Até porque, há um consenso de que a poluição e a degradação do meio ambiente são ruins. Entretanto, a conscientização sobre essa questão ainda está longe do ideal, principalmente no sentido de um debate mais profundo.

Dados do monitoramento mostram que a maior parte das menções, cerca de 53%, foi neutra, sem um juízo de valor sobre a questão. Já os comentários positivos, quando as pessoas reconhecem ou relatam problemas gerados pelo lixo, somaram 46%. Por fim, as menções negativas, ou quando alguém desconsidera o lixo como um problema importante, atingiram menos de 1% do total, até porque é muito difícil que alguém torne público esse posicionamento.

O alto número de menções neutras é justificado pela grande quantidade de compartilhamentos (26%), notícias (24%) e piadas (16%), com a maior parte dos comentários não expressando um posicionamento claro de quem está postando. As opiniões e relatos, quando alguém se posiciona ou conta uma situação que viveu, somaram pouco mais de 33% do total de menções.

Além disso, a maior parte das pessoas só dá a devida atenção a algum problema quando ela é diretamente atingida. Assim, alagamento foi o tema mais comentado, com 48% do total de problemas citados. Lixo na praia (25%), muito por conta do réveillon e do período de férias de verão, e lixo na rua (16%), também tiveram destaque.

Por outro lado, quando se trata de um problema mais distante, com o qual as pessoas não têm um contato direto, mesmo sendo afetadas, o número de comentários é muito menor. Por exemplo, os lixões, quando o termo não é usado como piada, apareceram em apenas 2,5% das menções, e com uma predominância de compartilhamentos de notícias. Já no monitoramento sobre reciclagem, o termo “coleta seletiva”, fundamental para ações de reciclagem com grande impacto, aparece em apenas 4,7% dos comentários.

BAIXE AQUI O DOSSIÊ COMPLETO.

 

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Zero Hora continua na frente; Estadão retoma segundo lugar

Com 3,31% na média da taxa diária de engajamento nas redes sociais, o gaúcho Zero Hora continua à frente nas redes sociais no mês de abril de 2017 entre os doze veículos monitorados pelo Torabit.

A Exame, que conquistou o segundo posto no mês passado, viu o Estadão retomar o segundo lugar com 2,80% de taxa média enquanto a Exame ficou em terceiro com 2,39%. Dessa forma, a disputa pelo primeiro lugar na preferência dos usuários retoma aformação original que já dura mais de ano: Estadão x Zero Hora.

Exatamente como das outras vezes, foi o bom desempenho no Instagram que o puxou o Zero Hora para o primeiro lugar – a taxa média diária nesta rede foi de 7,44%, dois pontos percentuais à frente do Estadão, segundo colocado no Instagram com 5,44% de taxa média em abril.

O veículo que mais fez crescer sua taxa de engajamento foi a Folha, com 16,26% de crescimento na taxa de março para abril. Zero Hora foi o segundo neste quesito, com crescimento de 12,20%. Quem mais perdeu consistência na taxa foi o Terra, com queda de 48,21%, seguido pelo R7, com queda de 38,33%

No Facebook, a campeã continua sendo a Exame, com taxa de 6,09%.

No Twitter, o melhor desempenho continua sendo o do UOL, com taxa de 0,32%.

No Instagram, como dito acima, o destaque continua com o Zero Hora.

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