E-book: Monitoramento em redes sociais

Vai planejar um monitoramento e não sabe por onde começar? Confira abaixo o nosso primeiro e-book, que vai ajudar você a planejar e gerenciar um monitoramento em redes sociais  🙂

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Piadas e desejos de compra dividem as menções sobre a Black Friday

 

 

Alimentos e Bebidas, Telefonia e Livros foram as três categorias que lideraram as menções dos internautas nas redes sociais

 

Piadas e desejos de compras dividiram a maioria dos comentários sobre a Black Friday no Brasil entre 18 e 25 de outubro deste ano. No período, foram analisadas quase 400 mil menções (exatas 397.636) sobre o evento.

 

Mas as piadas formam a maioria no cenário analisado, com 45% de participação nas menções. Alguns exemplos, que somam também alguns ataques à língua portuguesa:

 

“Aproveita a Black Friday e compra noção q vc não tem”

“queria comprar vc na black friday mas acho q eles n vende o amor da minha vida”

“Black friday de soco pediu um leva dois”

 

O usuário expressou algum desejo de compra – ou a compra efetiva de algum produto/serviço – em 42% das menções.

 

A categoria Alimentos e Bebidas juntou pedidos de promoções de cerveja passando pelas promoções de Burger King e Mc Donald’s e até pedidos de promoções de rodízio de sushi. A rigor, a expressão litrão marcou muitos pontos:

 

“Me chamem para um bar com black friday de litrão”

“Eu queria um black friday de 3 litrão por 10”

“Black friday de litrão ninguém faz, né?”

 

Ajudaram no destaque as promoções do Mc Donald’s e do Burguer King. O primeiro dava batata em dobro, e o segundo prometia três lanches por R$ 15.

 

Em Telefonia, o desejo pelos celulares da Apple apareceu bastante. A marca foi a mais citada em conjunto com o termo Black Friday, embora não tenha participado do dia de promoções. Os usuários pediram nas redes pela participação da Apple no evento do Brasil, lembraram que a marca fez seu dia de descontos em outros países e também citaram promoções de produtos da maçã em sites que não o da própria marca.

 

O desejo pela compra de livros esteve em alta no evento. Na categoria Moda, a procura por promoções de camisas de time de futebol se destacou. Em Eletrodomésticos, a busca por cafeteiras chamou atenção.

 

Houve menções de todos estados sobre a data, mas os que mais falaram foram RJ (29%), SP (20%), MG (9%), RS e PR (5%).

 

As mulheres estiveram mais presentes nas menções, batendo 61% das citações – contra 39% de homens.

 

Dado a destacar foi a grande quantidade, 9% dos comentários analisados, de usuários que expuseram a falta de dinheiro para comprar algo no dia.

 

Outro destaque foi a quantidade de menções que ou registraram o termo “Black Fraude” ou alguma desconfiança sobre o evento: 4%.

 

A divisão por categorias e marcas citadas ficou assim:

 

 

Categorias
Alimentos e Bebidas 18%
Telefonia 18%
Livros 17%
Moda 16%
Eletrodomésticos 10%
Beleza e Saúde 6%
Viagens 5%
Games 5%
Eletrônicos 3%
Casa e decoração 1%

 

 

Marcas
Apple 33%
Lojas Americanas 15%
Burger King 11%
Amazon 6%
Mc Donald’s 5%
Natura 3%
Casas Bahia 3%
Extra 2%
Submarino 2%
Saraiva 2%
Samsung 2%
Latam 2%
Nike 2%
Magazine Luiza 1%
Azul 1%
Evino 1%
Renner 1%
Sephora 1%
Kabum 1%
Dell 1%
MaxMilhas 1%
Netshoes 1%
Sony 1%
Gol linhas aéreas 1%
Carrefour 1%
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Torabit + BR18 nas eleições 2018

Na reta final da campanha, as redes sociais ganham ainda mais peso na eleição. Após o debate de domingo na Record, por exemplo, o Torabit, plataforma de monitoramento digital, apurou as perdas e ganhos de fãs pelos candidatos no Facebook.

Entre 22 horas e 00h15, Bolsonaro, que não foi ao debate, ganhou 8.412 fãs. Em segundo lugar aparece o Cabo Daciolo, com ganho de 2.564 fãs. O terceiro lugar ficou com Ciro Gomes (+1.638 fãs). Ele é seguido por Haddad (+1.063), Boulos (+807), Álvaro Dias (+279), Meirelles (+106), Alckmin (+74). Em último lugar aparece Marina Silva que nada ganhou, mas perdeu 370 fãs!

01.10.2018 | 11h08 – Do BR18

Bolsonaro protagoniza na rede

Alvo de críticas dos adversários no debate da Record realizado no domingo, 30, Jair Bolsonaro foi o nome mais citado dos presidenciáveis na rede durante o programa, segundo monitoramento digital feito pela Torabit para o BR18. O candidato recebeu alta do hospital no sábado, 29, e não compareceu ao encontro.
Curiosidade na rede por ‘fascismo’

O termo “fascismo” foi um dos mais buscados no Google Brasil no período do meio da tarde até a noite de domingo, 30, segundo monitoramento digital feito pela Torabit. O ápice foi às 17, chegando em segundo lugar no buscador. No final da noite, foi para sétimo.

No dia, partidários de Jair Bolsonaro foram às ruas à tarde em várias capitais do País defender o presidenciável, que, no sábado, foi alvo de protestos de mulheres em várias cidades brasileiras e do exterior. Também no domingo, a rede se mobilizou em função do debate com os candidatos à Presidência, realizado à noite pela Record.

01.10.2018 | 15h00

Redes gostam mais de Ciro

Jair Bolsonaro foi o candidato mais mencionado na rede durante o debate com presidenciáveis da Record, realizado no domingo, 30, mas foi Ciro Gomes quem recebeu mas menções mais positivas entre os presidenciáveis, segundo monitoramento digital da Torabit.

Já com relação ao índice de favorabilidade, calculado pela soma das menções neutras e positivas menos as menções negativas, Henrique Meirelles encabeça o páreo. O índice varia de -1 a 1, sendo -1 todas menções negativas e 1 todas as menções positivas:

Henrique Meirelles 0,73
Cabo Daciolo 0,71
Haddad 0,71
Ciro Gomes 0,70
Jair Bolsonaro 0,68
Alvaro Dias 0,66
Geraldo Alckmin 0,60
Guilherme Boulos 0,56
Marina Silva 0,53

01.10.2018 | 10h15

Quem ganhou, quem perdeu?

Na reta final da campanha, as redes sociais ganham ainda mais peso na eleição. Após o debate de domingo na Record, por exemplo, o Torabit, plataforma de monitoramento digital, apurou as perdas e ganhos de fãs pelos candidatos no Facebook.

Entre 22 horas e 00h15, Bolsonaro, que não foi ao debate, ganhou 8.412 fãs. Em segundo lugar aparece o Cabo Daciolo, com ganho de 2.564 fãs. O terceiro lugar ficou com Ciro Gomes (+1.638 fãs). Ele é seguido por Haddad (+1.063), Boulos (+807), Álvaro Dias (+279), Meirelles (+106), Alckmin (+74). Em último lugar aparece Marina Silva que nada ganhou, mas perdeu 370 fãs!

02.10.2018 | 17h40

Marina lidera onda negativa na rede

Marina Silva é a presidenciável mais mencionada por mulheres na rede, mas também é a que recebe o maior volume de menções negativas (25%) na rede, segundo levantamento da plataforma Torabit com 2 milhões de menções sobre eleições no ambiente digital feito entre 25 de setembro e 1 de outubro para o BR18.

Na sequência vêm Jair Bolsonaro, com 23%; Ciro Gomes, com 19,5%; Fernando Haddad, com 19%, e Geraldo Alckmin, com 18%. Já as menções positivas são dirigidas a Ciro, com 22,5%, em primeiro; Marina, com 22%; Haddad e Bolsonaro, com 21%, e o tucano, com 15%.

03.10.2018 | 15h01

Marina, a mais citada por mulheres na rede

O nome de Marina Silva é o campeão de menções por mulheres nas redes, conforme análise de quase 2 milhões de citações nas redes sociais feita pela plataforma Torabit, entre 25 de setembro e 1º de outubro, para o BR18.

Ciro Gomes vem em segundo com 39,5% das postagens, Bolsonaro e Haddad empatam em terceiro, com 35% e Geraldo Alckmin vem em quarto com 30%.

Até o último dia 2 de outubro, Fernando Haddad quase não falava de Jair Bolsonaro em suas redes sociais. De acordo com levantamento da plataforma Torabit, feita a pedido do BR18, o candidato do PSL não figura entre os assuntos mais tocados pelo petista do começo da campanha até agora. Isso deve mudar porque até agora o PT poupou Bolsonaro (adversário ideal para um 2ª turno na visão dos petistas), só que não contavam com o crescimento do ex-capitão nas pesquisas.

Até o momento, de acordo com o levantamento, os assuntos favoritos do petista nas redes sociais foram pautas identitárias (como feminismo, movimento LGBT e questões raciais), dominando 36% das postagens, educação (18%), emprego (14%), economia e saúde (5% cada).

Termina nesta quinta-feira, 4, o horário eleitoral do primeiro turno das eleições. E até aqui as redes sociais não prestaram muita atenção no que foi dito pelos candidatos na telinha. De acordo com levantamento da plataforma Torabit feito a pedido do BR18, mostra que os picos de comentários sobre as eleições não coincidem com os períodos das propagandas.

Apenas no horário do almoço (das 13h às 14h), quando se aumenta o uso de celulares, há um leve aumento no momento da propaganda, mas pequeno se comparado aos outros horários de pico nas redes sobre as eleições. O maior movimento ocorre pela manhã, das 10h e 11h (4,3% das menções) e a noite, entre 22h e 23h (6,5%). Os candidatos mais citados são os com menos tempo na televisão e no rádio: Jair Bolsonaro com 54,7% e Ciro Gomes com 15,8%.

Sem participar do debate da Globo, mas estando durante aproximadamente 25 minutos na Record, Jair Bolsonaro conseguiu mais de 70 mil seguidores na noite da última quinta-feira nas redes sociais. De acordo com a plataforma Torabit, o segundo colocado foi Guilherme Boulos com 26.832. Na terceira colocação está Ciro Gomes, com mais 22.745 seguidores. O quarto colocado também não esteve no debate, foi Cabo Daciolo, com 9.588 seguidores.

05.10.2018 | 18h49 – Do BR18

Tucanos com problemas também na internet

As coisas não vão muito bem no PSDB. João Doria deverá ter pela frente uma briga de foice contra Paulo Skaf no segundo turno em São Paulo. Geraldo Alckmin nem isso deverá conseguir, de acordo com as pesquisas de intenção de voto. Essa situação se reflete nas redes sociais, onde o ex-prefeito, famoso pelo bom desempenho na internet, consegue ter uma performance tão ruim quanto a de seu padrinho.

De acordo com a plataforma Torabit, na última semana da campanha eleitoral Doria perdeu 2,3 mil. fãs no Facebook. Alckmin teve acréscimo de 18,7 mil fãs. Na nuvem de palavras relacionadas ao ex-prefeito, está o negativo “abandono”, devido a sua saída da Prefeitura. Já Alckmin tem palavras como “falso”, “desgraça” e “sonso”.

05.10.2018 | 20h11 – Do BR18

A revolução das máquinas (1)

Os três candidatos mais bem colocados nas pesquisas estariam se beneficiando do uso de robôs nas redes sociais. De acordo com levantamento da plataforma Torabit para o BR18, feito entre os debates da Record (30/9) e da Globo (4/10), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) teriam uma parcela considerável de menções a eles partindo de perfis com características de robôs. O líder seria o pedetista, com 44% das menções feitas por usuários suspeitos. Haddad apresentou 15% e Bolsonaro, 21%.

Para detectar os robôs, foram analisados alguns padrões: a proporção entre a quantidade de seguidores e a de quem cada perfil segue, o número de postagens, a descrição atípica do perfil, o tipo de foto, a coincidência de conexões e a quantidade de posts ao longo do tempo, entre outras características. Foram analisadas 1,8 milhão de menções com expressa declaração de voto.

Descontados os possíveis robôs identificados pela Torabit, a quantidade de votos declarados nas redes está em linha com a das pesquisas eleitorais. Bolsonaro lidera com 29% das menções, Haddad vem em seguida, com 23,5%, e Ciro, mesmo sem os perfis suspeitos, aparece perto do petista, com 22%.
Entre os temas mais citados na hashtag #DebateNaGlobo no Twitter até o momento, estão em destaque Jair Bolsonaro (que não está presente) e Ciro Gomes. Confira as palavras no levantamento da plataforma Torabit.

06.10.2018 | 18h06 – Do BR18

Segurança é o tema da eleição nas redes

Nestas eleições, o assunto que não saiu da cabeça dos eleitores nas redes sociais foi segurança. Levantamento da plataforma Torabit feito para o BR18, que analisou 10 milhões de postagens sobre o tema eleições feitas desde o dia 31 de agosto, mostra que 41% das postagens foram referentes ao tema.

O segundo tema mais citado pelos eleitores foi corrupção, seguido de pautas identitárias (questões raciais, de gênero, etc.). Confira:

 

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Torabit na Social Media Week

O Torabit é um dos patrocinadores da Social Media Week deste ano, o maior evento de comunicação digital da América Latina.

Além do apoio, também haverá um painel com o pessoal do Comunica Que Muda da agência nova/sb:

Aborto, suicídio e maconha não são tabus nas redes sociais

Nada é polêmico demais para ser discutido nas redes!

Vem entender como anda a cabeça do brasileiro em relação a alguns temas polêmicos e como o monitoramento das redes pode ajudar a gerar uma mudança positiva na sociedade.

Use o código TORABITNASMWSP e tenha 50% de desconto.

Inscreva-se aqui: http://bit.ly/torabitnasmwsp

 

 

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Diminui o apoio à greve nas redes sociais

 

O fim de semana serviu para mudar um pouco os ânimos dos usuários de internet com a greve de caminhoneiros.

Medição do Torabit que analisou 361.807 posts entre as 12h de sexta-feira (25/5) e as 10h desta segunda- feira (28/5) mostra que o apoio explícito caiu de 53,54% (na primeira medição) para 34,5% agora.

Da mesma forma, o percentual de posts com comentários positivos também caiu, de 52,2% para 45%. Muitos comentários aprovam a greve, mas tratam negativamente de seus efeitos.

A quantidade de comentários negativos também cresceu, de 10% para 19%, ganhando nove pontos percentuais.

Os comentários neutros agora formam 39% do total, bem perto dos quase 38% apurados na quinta e na sexta-feira passadas.

Aumentou também a quantidade de posts com piadas ou reproduções delas: 34,5% agora, contra 27,5% apurados na semana anterior.

Há outros dados importantes nesta apuração do fim de semana sobre o movimento: notícias formam 24,1% do total de posts analisados, o não- apoio explícito à greve soma 6,7%, problemas do cotidiano são 4,4%, e as menções ao custo da greve atingem significativos 4,2% do total dos posts.

Diminuiu a quantidade de mulheres que comentam o assunto: 51% de mulheres agora, contra 55,5% na semana passada. Quanto aos homens, agora são 49%, contra 44,5%.

Excetuando-se os perfis de veículos de mídia no Twitter, o TOP 5 de autores com maior alcance falando sobre o tema “greve dos caminhoneiros” foram: o humorista @DaniloGentili com comentário político sobre o tema, o escritor @paulocoelho falando sobre a greve que afeta a reposição de seu livro novo e os youtubers @whindersson e @felipeneto e o perfil @frasesdebebada com posts bem humorados.

O Torabit mediu as reações na seguintes redes: Twitter, Instagram, YouTube, GooglePlus, páginas abertas do Facebook e em blogs e sites da internet.

No período, “greve dos caminhoneiros” esteve 46 vezes entre os assuntos mais procurados no Google Brasil. As pessoas buscavam: “greve dos caminhoneiros notícias atualizadas”; “greve dos caminhoneiros 2018”; “Acabou a greve dos caminhoneiros”; “fim da greve dos caminhoneiros” ou “somos todos caminhoneiros”.

No IVC (Instituto Verificador de Comunicação), órgão que audita a audiência dos veículos noticiosos, a palavra “caminhoneiros” foi a notícia mais clicada na sexta, no sábado e no domingo.

No Twitter, o tema entrou nos assuntos mais falados (Trend Topics) 199 vezes, dividido em #euapoioagrevedoscaminhoneiros e #grevedoscaminhoneiros.

Confira algumas piadas que mais apareceram no fim de semana nas redes:

A greve dos caminhoneiros não afeta o SUS. Continua normal, sem medicamentos e sem médicos.

Greve dos caminhoneiros o oxigênio chegou. Mas os remédios faz mais de 6 meses que não chegam.

“1 bilhão de aves poderão morrer nos próximos dias.” Sim, se não tivesse greve dos caminhoneiros elas iriam pra um spa.

Os caminhoneiros estão de greve, mas a zaga do Vasco tá entregando normalmente.

Mais uma exigência na greve dos caminhoneiros: “Make Temer fucking a pig” (referência à série Black Mirror).

Primeiro nosso ouro, agora nossas ideias: Caminhoneiros de Portugal ameaçam fazer greve.

Uma coisa q eu percebi é que a greve dos caminhoneiros não impactou em nada o serviço dos Correios. Eu continuo sem receber minhas encomendas como sempre.

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Greve tem apoio da maioria nas redes sociais

52,2% das menções sobre a greve dos caminhoneiros são positivas em relação ao movimento. Em relação ao restante, 37,8% são neutras e apenas 10% são negativas.

O Torabit analisou 133.284 menções nas redes sociais sobre o tema da greve entre 24 e 25 de maio.

Aprofundando a análise, vê-se que 53.4% são de apoio explícito; 27.2% são piadas, 8.4% são notícias, 6.5% contam casos do cotidiano e 4.5% são totalmente contrárias à greve.

Rio (com 27,1%) é o estado no qual mais se fala da greve nas redes. São Paulo (19,6%) fica em segundo, Minas em terceiro (10,1%), Rio Grande do Sul em quarto (5,4%) e Paraná em quinto com 5,3%.

As mulheres falam mais: formam 55,5% do público enquanto que os homens formam 44,5%. Neste mesmo período, das pessoas que falam sobre eleições nas redes sociais, 65,5% são homens e 34,5% são mulheres.

No período analisado, as hashtags #grevedoscaminhoneiros ou #euapoioagravedoscaminhoreiros figuraram 406 vezes nos assuntos mais comentados do Twitter (trending topics) computados trending das capitais do Brasil, do Brasil como um todo e todo o mundo. A segunda hashtag chegou a ficar em segundo lugar entre os trendings mundiais.

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Dossiê suicídio – Comunica Que Muda

Do http://dossie.comunicaquemuda.com.br/suicidio/

Pouco se fala sobre o suicídio. Há tabus e mais tabus que impedem que ele seja abertamente discutido e, assim, melhor enfrentado tanto do ponto de vista social quanto individual. Um suicídio acontece no mundo a cada 40 segundos. São quase 800 mil vítimas por ano. Para cada caso, são pelo menos outras 20 tentativas. Ou seja, quase 20 milhões de pessoas podem não conseguir se matar, mas tentam. E, talvez, o número mais impactante: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos suicídios poderiam ser evitados.

Produzido pela agência nova/sb com o Comunica Que Muda nos meses de abril e maio de 2017, o monitoramento, realizado via plataforma Torabit, é um levantamento completo sobre como o assunto é abordado na internet, buscando entender como isso pode influenciar na questão do suicídio. Foram capturadas 1.230.197 menções nas redes.

BAIXE O DOSSIÊ COMPLETO

 

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Maioria dos veículos de mídia online perde engajamento em agosto

Oito entre os doze veículos online analisados em agosto de 2017 tiveram queda na taxa média diária de engajamento nas redes sociais. Dois deles mantiveram a mesma taxa: Estadão e IstoÉ. Somente dois conseguiram aumentar sua taxa: o Valor Econômico, que cresceu 17,65%, e o portal Terra, que ganhou 5,13% na taxa. Na parte das quedas, o campeão foi o UOL: perdeu 15,3%, seguido por Veja, com queda de 14,19%.

O gaúcho Zero Hora manteve a liderança na taxa média de engajamento diário nas redes sociais, com marca de 3,37%, quase um por cento abaixo da taxa conseguida no mês anterior.

O Estadão, com 3,05%, a mesma taxa do mês anterior, manteve-se estável tanto em segundo lugar quanto na taxa média, a mesma de julho.O terceiro lugar continua com o UOL, na base de 2,17% de taxa média.

Em relação a cada rede, as maiores taxas de engajamento são as seguintes: no Facebook o UOL continua engajando mais, com 4,84% de taxa. No Twitter, o UOL também lidera, com taxa de 0,44%. No Instagram é o Zero Hora, com 7,78%.Como de praxe, tem sido o bom desempenho no Instagram que mantém o Zero Hora em primeiro lugar, com taxa média de 8,10% em agosto.

Em quantidade de seguidores nas plataformas, o R7 continua líder absoluto com 13,2 milhões de fãs no Facebook, seguido pelo UOL com 7,8 milhões. No Twitter, a liderança é da Veja, com mais de 7,9 milhões de seguidores, seguida pela Folha, com mais de 5,9 milhões.

No Instagram, o líder também é o R7, com 1,8 milhão de seguidores, acompanhado em segundo lugar por O Globo, com quase 820 mil seguidores.

Outro dado a notar em agosto é o do crescimento do UOL no Facebook. Foi quem mais cresceu na plataforma em número absoluto (+77.127 mil fãs) e também em número percentual (quase 1%).

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Zero Hora garante liderança, UOL retoma o terceiro lugar

O gaúcho Zero Hora segue na frente dos seus concorrentes na taxa média de engajamento diário nas redes sociais em julho de 2017, com marca de 3,40%. O Estadão, com 3,05%, manteve-se em segundo lugar. Uma mudança importante, no entanto, veio na disputa pelo terceiro lugar. O UOL abriu o ano em terceiro, mas perdeu o posto para a Exame em fevereiro e, agora em julho, retomou o terceiro posto com taxa média diária de engajamento de 2,56%. A Exame ficou em quarto lugar, com 1,96% na taxa média.

Outra movimentação se deu no quinto lugar, assumido por O Globo (1,75% na
taxa média) ao ultrapassar a Folha (1,68% na taxa média). Entre os doze veículos pesquisados pelo Torabit, foi o UOL quem mais fez crescer a sua taxa de engajamento, com ganho de 24,27% de junho para julho.

Na outra ponta, quem mais perdeu tração na taxa de engajamento foi a Época, com queda de 22,41% na taxa média em um único mês. Em relação a cada rede, as maiores taxas de engajamento são as seguintes: no Facebook quem mais engaja é o UOL, com 5,76% de taxa. No Twitter, o UOL repete a façanha, com taxa de 0,51%. No Instagram é o Zero Hora, com 7,78%. Como costuma acontecer, tem sido o bom desempenho no Instagram que manteve o Zero Hora em primeiro lugar, com taxa média de 7,73%.

Em quantidade de seguidores nas plataformas, o R7 continua líder absoluto com 13,2 milhões de fãs no Facebook, seguido pelo UOL com 7,8 milhões.

No Twitter, a liderança é da Veja, com quase 7,9 milhões de seguidores, seguida pela Folha, com 5,9 milhões.

No Instagram, o líder também é o R7, com 1,8 milhão de seguidores, acompanhado em segundo lugar, de longe, por O Globo, com 802 mil seguidores.

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O impeachment volta às redes sociais.

O  Torabit analisou 551.647 menções que continham o termo “impeachment” nas redes sociais durante o mês de maio. Destas, 63,9% são negativas para o governo federal, ou seja, pedem a saída do presidente Michel Temer. 29.7% são neutras, falam em sua maioria de outros pedidos de impeachment, como o do governador do Rio, Pezão, ou de Gilmar Mendes. Apenas 6.4% foram menções positivas, onde havia concordância de que não haveria provas ou justificativas para o afastamento de Temer.

Os cinco estados que mais postaram sobre o termo foram: SP com 22.7%, RJ com 20.9%, MG com 8.7%, DF com 5.4% e RS com 5.1%.

Os dias em que a palavra “impeachment” mais apareceu nas redes foram: Dia 21 com 13,3% das postagens, dia 18 com 9,8%, dia 28 com 7.7% e dia 29 com 7%.

Os picos de menções nas redes se deram entre 18h e 22h e este intervalo sugere o uso da segunda tela durante o acompanhamento dos telejornais.

As mais de 550 mil menções analisadas foram feitas por 202.396 autores únicos. Deles, o TOP cinco de maior alcance foram dos seguintes usuários: @g1, @Pitty, @VEJA, @felipeneto e @rodrigovesgo

As palavras que tiveram maior frequência junto ao tema no período foram “Temer” e “Diretas”, conforme mostra a nuvem abaixo. O tamanho da palavra é proporcional à sua frequência.

Durante o mês, nas redes sociais, houve um sobe e desce de seguidores dos possíveis presidenciáveis.

No Facebook, Aécio Neves, o então político líder de fãs da plataforma, perdeu 74.201 seguidores e está sendo ultrapassado por Bolsonaro, quem mais cresceu, incorporando 142.832 novos fãs no mês. Aécio fechou o mês com 4.290.119 seguidores e Bolsonaro com 4.279.212.

Apesar do crescimento, quando analisado o engajamento negativo ou positivo dos fãs no Facebook perante o conteúdo ofertado por cada página, Bolsonaro é o campeão em reações negativas (Grrr e Triste) e João Dória o campeão em positivas (Amei e Uau).

Veja todos os gráficos aqui.

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